Açores (S. Miguel e Terceira) Versão para impressão Enviar por E-mail

Projecto especial Verão 2010

Viagem aos Açores

As inscrições encontram-se encerradas

Data: Agosto 2010 (7 Dias/6Noites) 23 a 29 Agosto
Local: Açores (Ilhas de S. Miguel e Terceira)
Distância:
Diversas 
Dificuldade:Baixa/Média Participantes: 30
Custos:
875€ (em duplo) mais informações sobre programa solicitar para Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

Notas:Trata-se de um projecto “especial” . As inscrições encontram-se limitadas, devido a

dificuldade de lugares disponíveis no avião e a necessidade de reserva com muita antecipação.

As inscrições encontram-se encerradas,

Foram solicitados mais lugares mas não há disponibilidade no transporte aéreo, pelo que

lamentavelmente não podemos satisfazer todos os inscritos (38).

O grupo é constituido por 32 felizardos participantes, o que permiteu baixar ligeiramente o preço

final por participante, ficando só dependente da variação das taxas de combustivel a confirmação.

Actualizado em 01/06/2010 

 

 

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Caminhadas á efectuar:

                                                                                         

Percurso da Serreta

Este trilho começa e termina na freguesia da Serreta. Percurso com uma vegetação muito variada, que inclui flora endémica como urze, pau branco e faia mas também algumas infestantes como incenso e acácia. Visitamos a Lagoinha, uma pequena lagoa rodeada por uma densa mata de cedros, que corresponde a cerca de metade do percurso. Acedemos à lindíssima Ribeira do Além. Depois, o trilho continua por uma mata no Pico do Negrão, onde o caminho de pedras-pomes e bagacina. O percurso atravessa uma zona de Reserva Florestal

Percurso das Ralheiras

Este percurso é uma pequena rota circular com inicio e fim no Parque de Merendas de São Brás e tem como principal atracção as antigas Relheiras de Carros de Bois, um testemunho do passado rural desta zona do Ramo Grande. O trilho leva-nos a Canada da Fonte do Cão onde se encontram os mais antigos vestígios da circulação de carros de bois da Ilha Terceira. Podem ser identificados dois tipos diferentes de relheiras: uns estreitos e em forma de V e outros mais largos, mais profundos e planos. Os primeiros provêm de uma época mais antiga, anterior a 1820, onde se utilizavam pregos nas rodas para segurar melhor o carro de boi enquanto que os segundos já são mais recentes. Nesta área a vegetação dominante é constituída por louro, urze, faiada-terra, incenso, eucalipto, criptoméria e fona-de-porca

Percuros Nove Janelas + Mata do Rei

Este percurso começa junto à Mata do Canário, desce junto dum aqueduto até ao Muro das Nove janelas. Esta parte do trilho sobe sempre, até chegar à vertente norte da cumeeira da Lagoa Azul das Sete Cidades. Em diversos pontos do percurso pode apreciar-se uma vista panorâmica das Lagoas das sete Cidades, segue sempre contornando pela vertente oeste da Cumeeira da Caldeira das Sete Cidades. Nesta parte do percurso pode observar-se: do lado esquerdo a Caldeira Seca e as Lagoas das Sete Cidades e do lado direito a costa oeste da Ilha de São Miguel. Todo este percurso percorre uma zona classificada como Paisagem Protegida.

Este percurso termina no Miradouro da Vista do Rei

Percurso Faial da Terra + Salto do Prego

Este trilho começa na Estrada regional entre a Povoação e a Água Retorta, logo após a ponte da Ribeira do Faial da Terra. È um percurso que se desenrola na totalidade em caminho de pé posto e liga com o percurso PRC-9-SMI, Faial da terra – Salto do Prego, terminando no Fail da Terra. Visitamos um moinho de água abandonado e num desvio ao leito da ribeira para observar uma ponte centenária que se encontra um pouco abaixo. Prosseguindo o percurso, continuará numa mata de criptomérias e incenso, atravessando várias pontes de madeira sobre os pequenos riachos que alimentam a ribeira principal. Neste troço irá encontrar um desvio para uma bonita queda de água designada por “ Salto do Cagarrão “. O percurso continua para o Salto do Prego, uma bonita cascata onde predomina a mata de incenso e de acácia. Dirige-se agora para o lugar do Sanguinho. Este lugar, que conta com cerca de vinte casas desabitadas em processo de recuperação, pensa-se que foi assim chamado pela forte presença da planta endémica da Madeira e dos Açores com esse nome:“sanguinho”.